‘’No ano de 1935, já apresentando carência de um novo e grande trabalho na sua estrutura, levou o então dirigente do município a tomar a atitude de derrubá-lo sem se preocupar com seu padrão arquitetônico. Foi então que no governo de Áureo Tavares de Araújo o mercado original foi totalmente demolido dando lugar ao prédio que hoje conhecemos e que passou ainda por outros serviços de recuperação nas suas dependências no ano de 1949, na gestão de Pedro Juvenal Teixeira de Carvalho, e ampliado no ano de 1965 na 1ª gestão do Prefeito Hélio de Carvalho Ferreira, com a construção do segundo módulo e melhoramentos na estrutura interna. Em 2008, segundo José Wanderlei Pinheiro, seu administrador, “o mercado foram novamente reformados, com algumas modificações na infraestrutura, adoção de padrões higiênicos, pintura, boxes de cimento, banheiros mais equipados e melhores condições de acesso para cadeirantes, inclusive com a recuperação da rede elétrica, fatos que acompanhei pessoalmente”. Após essa reforma, foi reinaugurado com o nome do comerciante mais antigo vivo, no caso o senhor Pedro Coelho da Silva.’’ (p. 301 e 302) AMARAL, Maria Lúcia. 2020. NO RASTRO DOS MOPPEBUS.

Curiosidades:

Referências AMARAL, Maria Lúcia. 2020. NO RASTRO DOS MOPPEBUS.